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Educação

Professor da rede estadual do ES é investigado por suposta briga com aluno

Educador tem um contrato em designação temporária (DT) no Centro Estadual Monsenhor Guilherme Schmitz, em Aracruz

Publicado em 08 de Julho de 2026 às 14:40

Aline Nunes

Publicado em 

08 jul 2026 às 14:40

A Corregedoria da Secretaria de Estado da Educação (Sedu) abriu um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra um professor para investigar um suposto ato de violência contra um aluno em uma escola da rede em Aracruz, no Norte do Espírito Santo. A briga teria ocorrido em sala de aula. 

CEEMTI Monsenhor Guilherme Schmitz, em Aracruz
CEEMTI Monsenhor Guilherme Schmitz, em Aracruz, onde teria acontecido a confusão entre professor e aluno Reprodução/Google Maps

Conforme informações publicadas no Diário Oficial do Estado do dia 6 de julho, foi determinado à Corregedoria apurar as irregularidades apontadas no processo contra o professor por "indícios de praticar violência no exercício da função ou a pretexto de exercê-la."


O educador tem um contrato em designação temporária (DT) de 9 horas no Centro Estadual de Ensino Médio em Tempo Integral (CEEMTI) Monsenhor Guilherme Schmitz, onde teria acontecido o desentendimento. 


A Sedu foi procurada para esclarecer as circunstâncias da suposta briga e dar mais informações sobre o caso, mas o órgão não forneceu detalhes. 


Em nota, disse que "o caso envolve a apuração de suposta conduta envolvendo um estudante, após um desentendimento ocorrido em sala de aula. O docente atua em designação temporária (DT), mantém vínculo ativo em outra unidade da rede estadual de ensino e o prazo para conclusão do PAD é de competência da Corregedoria da Sedu".


O nome do professor não foi informado oficialmente pela secretaria e, embora a reportagem de A Gazeta o tenha identificado por outros meios, neste momento não será divulgado porque o caso ainda está em investigação. 


A Polícia Civil também foi consultada para informar se há registro de ocorrência e disse, em nota, que foram localizados dois boletins de ocorrência em nome do professor, ambos referentes ao mesmo fato ocorrido em ambiente escolar, em 2025. 


"Em um dos registros, o professor figura na condição de vítima e, no outro, na condição de suspeito/investigado. Ambos os boletins foram classificados como crime de ameaça. A Polícia Civil esclarece que, em ambos os casos, não houve representação por parte dos envolvidos. Em razão disso, os procedimentos não tiveram prosseguimento, conforme prevê a legislação."

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