Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Artigos
  • O Espírito Santo parou de esperar o futuro. Decidiu construí-lo
Marcelo Braga

Artigo de Opinião

É CEO da Liga de Marketing e um dos organizadores da Modal Expo 2026, maior e principal feira de negócios de logística, transporte e comércio exterior do Espírito Santo
Marcelo Braga

O Espírito Santo parou de esperar o futuro. Decidiu construí-lo

Durante anos, o Espírito Santo foi tratado como promessa no mapa do Brasil. Hoje, virou rota
Marcelo Braga
É CEO da Liga de Marketing e um dos organizadores da Modal Expo 2026, maior e principal feira de negócios de logística, transporte e comércio exterior do Espírito Santo

Publicado em 16 de Junho de 2026 às 10:00

Publicado em 

16 jun 2026 às 10:00

Enquanto o país ainda debate como vencer o "custo Brasil", o nosso Estado parou de debater e começou a resolver. E talvez esse seja o diferencial mais capixaba: aqui, o crescimento não foi sorte. Foi visão, planejamento, coragem e uma rara convergência entre o público e o privado para pensar grande e juntos.


Os investimentos em infraestrutura não são isolados. São capítulos de uma construção de décadas que agora aparece em escala nacional. Só nos próximos cinco anos, a Bússola do Investimento (Observatório Findes) mapeia mais de R$ 100 bilhões em investimentos produtivos até 2030, com quase 93% vindos de capital privado ou misto. E quando o dinheiro privado aposta nesta proporção, não é especulação, e sim convicção de que estamos no caminho certo.


E aqui estamos falamos do Porto Central, em Presidente Kennedy: já saiu do papel — obras desde 2024, mais de R$ 16 bilhões projetados e operações para 2028 (fonte do Ministério de Portos e Aeroportos). Temos a primeira autoridade portuária privada do país e isso também não é coincidência. Da força dos terminais consolidados, como Vila Velha, Vitória, Tubarão e complexo portuário da Barra do Riacho. 

Perspectiva do Porto Central, em Presidente Kennedy Divulgação

E de um salto histórico nos trilhos: a EF-118, o Anel Ferroviário do Sudeste, com R$ 6,6 bilhões e até 575 km ligando o Espírito Santo ao Rio, leilão marcado para 2026, segundo a ANTT. Some tudo isso ao fortalecimento dos aeroportos de Vitória, Linhares e Cachoeiro e com a possibilidade de termos ainda mais um aeroporto em Venda Nova do Imigrante.


Mas o grande diferencial capixaba não é ter porto, ferrovia, rodovia e aeroporto. É fazer os quatro conversarem. Não por acaso, a nova fábrica de automóveis da GWM nasce em Aracruz, a poucos quilômetros do porto: a carga que chega pelo mar encontra o trilho, a estrada e a pista sem perder tempo. Integração é a palavra que o Brasil logístico mais persegue — e a que o Espírito Santo está mais perto de entregar.


Falando ainda da GWM em Aracruz, o complexo fabril estará apto a produzir até 200 mil veículos por ano e potencial de até 10 mil empregos, segundo governo do Estado, diz o que os grandes players já entenderam: o mapa do investimento mudou de endereço. E o comércio exterior confirma: só de janeiro a agosto de 2025, o Estado movimentou US$ 15,6 bilhões em corrente de comércio (Sindiex / Comex Stat).


Veja Também 

Prefeitura Municipal de Vitória

Estamos consolidando Vitória como um verdadeiro laboratório urbano

Jogo na televisão e controle remoto na mão para acompanhar o Brasileirão

O Brasil tem 185 milhões de internautas. Mas quem domina a tela é a TV aberta

Brasil e Marrocos ficaram no empate na estreia das equipes na Copa

Em plena Copa do Mundo, como enfrentar o vício em bets?

Há ainda a vantagem que a geografia entregou: daqui, num raio de 1.200 km, alcança-se mais de 60% do PIB nacional. Em logística, isso não é detalhe: é custo menor, mais agilidade e mais competitividade.


Não somos a "bola da vez". Somos o resultado de décadas de construção. E o melhor: isso está só começando.


É exatamente aqui que entra a Modal Expo. Mais do que uma feira, é o ponto de encontro de diálogo do Espírito Santo com o próprio futuro: onde os quatro modais se conectam, o setor produtivo, atacadista e distribuidor se reúne e o Brasil enxerga a potência que o Estado se tornou.


Porque prosperar, hoje, é saber para onde o mundo está se movendo. E o Espírito Santo já se moveu — com destino certo: ser a maior referência logística do Brasil.

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados