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Eleições 2026

Quaest: Magno Malta é o mais rejeitado na corrida pelo governo do ES

Levantamento divulgado nesta quinta-feira (16) traz o senador com 55% de rejeição; na sequência aparece Hartung, com 35%

Publicado em 16 de Julho de 2026 às 16:00

Julia Camim

Publicado em 

16 jul 2026 às 16:00
Rejeição a Magno Malta para o comando do governo do Espírito Santo é de 55%, diz Quaest.
Magno Malta saltou de 46% para 55% entre as duas pesquisas da Quaest
Arte A Gazeta

A nova pesquisa eleitoral realizada pela Quaest sobre o cenário eleitoral do Espírito Santo revela que 55% dos capixabas não votariam de jeito nenhum no senador Magno Malta (PL) para o comando do governo do Estado. O levantamento divulgado nesta quinta-feira (16) — o segundo realizado a pedido de A Gazeta para o pleito de outubro —, mostra que o nome do parlamentar é o mais rejeitado na disputa pelo Executivo estadual.


Por outro lado, no mesmo recorte, o parlamentar é apontado como possível escolha para o cargo por 30% dos entrevistados. Já 15% dizem não conhecer Magno. 


Em comparação com a pesquisa anterior, divulgada em 30 de abril, a rejeição ao parlamentar cresceu 9 pontos percentuais. Naquele momento, ele era rejeitado por 46% dos entrevistados, enquanto 34% consideravam escolhê-lo e 20% não o conheciam.


O segundo mais rejeitado para assumir o posto, conforme o levantamento, é Paulo Hartung (PSD): 35% das pessoas consultadas dizem que não têm o ex-governador como opção de voto, uma oscilação de um ponto percentual para baixo em relação ao estudo anterior. Em contrapartida, 49% dos entrevistados poderiam escolhê-lo em outubro e 16% afirmam não conhecê-lo.


Em abril, a rejeição ao nome de Hartung era de 36% entre os entrevistados; 43% diziam que poderiam votar no ex-chefe do Executivo estadual e 21% não o conheciam.


Empatado com o ex-governador dentro da margem de erro de 3 pontos percentuais da pesquisa, aparece o pré-candidato ao cargo pelo PT, Helder Salomão. A pesquisa aponta que 34% dos entrevistados não escolheriam o deputado federal para assumir o Executivo estadual nas eleições de outubro. 


Enquanto isso, 15% dizem que poderiam votar em Helder para assumir o governo capixaba, enquanto 51% afirmam não conhecê-lo. 


Considerando a pesquisa anterior, o parlamentar apenas oscilou dentro da margem de erro. Antes, 33% não votariam nele; 13% o consideravam como opção de voto e 54% não o conheciam.


Candidato a sucessor de Renato Casagrande (PSB), o governador Ricardo Ferraço (MDB) manteve o mesmo índice de rejeição do levantamento de abril: 31%. Agora, no entanto, 45% dizem que têm o nome do pré-candidato como opção de voto (antes eram 37%) e 24% afirmam que não o conhecem (em abril, ele era desconhecido por 32% dos entrevistados).


O menor índice de rejeição no levantamento é, novamente, o do ex-prefeito de Vitória Lorenzo Pazolini (Republicanos): 21% dos entrevistados não votariam nele para assumir o comando do Executivo estadual. Já 34% afirmam ter o ex-prefeito como possível opção de voto e outros 45% afirmam não conhecê-lo.


Em abril, Pazolini era rejeitado por 23% do eleitorado entrevistado, opção de voto para 33% e desconhecido por 44%.

Este é o segundo levantamento encomendado por A Gazeta com os nomes dos cotados para a disputa pelo Palácio Anchieta. A pesquisa ouviu 804 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 10 e 13 de julho.


Alguns dos nomes citados na pesquisa já anunciaram oficialmente pré-candidatura ao governo do Espírito Santo, enquanto outros ainda são apontados nos bastidores como possíveis candidatos, mas não confirmaram a intenção de disputar o cargo.


A definições dos nomes que vão estar nas urnas ocorre durante as convenções partidárias, que acontecem entre os dias 20 de julho e 5 de agosto. O prazo para registro das candidaturas na Justiça Eleitoral vai até 15 de agosto. O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro. O segundo turno, se necessário, será realizado em 25 de outubro.


Pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral

A pesquisa Quaest sobre o cenário eleitoral no Espírito Santo, contratada por A Gazeta, foi realizada entre os dias 10 e 13 de julho, com 804 entrevistas. O nível de confiança utilizado é de 95% e a margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram realizadas entrevistas pessoais por amostragem com utilização de questionário elaborado conforme os objetivos da pesquisa. As pessoas foram selecionadas para as entrevistas de acordo com as proporções na população de grupos de idade, sexo, raça/cor, instrução e atividade econômica. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo (TRE-ES), sob o protocolo ES-07211/2026.

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