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Estado Presente

Após toque de recolher em bairro, polícia faz operação em Cachoeiro

A operação contou com mais de 50 agentes de segurança da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e da Guarda Municipal

Publicado em 15 de Outubro de 2021 às 11:48

Vinicius Zagoto

Publicado em 

15 out 2021 às 11:48
Após toque de recolher em bairro, polícia faz operação em Cachoeiro Crédito: Samuel Martins 
Após sofrer com um toque de recolher no bairro Alto União, em Cachoeiro de ItapemirimSul do Espírito Santo, o município recebeu mais uma etapa da Operação Estado Presente, realizada na noite desta quinta-feira (14). Segundo o secretário de Segurança do Estado, coronel Alexandre Ramalho, não houve apreensões nem prisões, mas a ação visa levar ostensividade a comunidades que clamam pela presença do aparato policial.
No fim de setembro, moradores do bairro Alto União viveram momentos de medo, depois do registro de tiroteios e duas escolas foram fechadas por segurança.
Sobre o fato, o comandante do 9º Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel Fabrício da Silva Martins, explicou à reportagem da TV Gazeta Sul que o ocorrido no União se trata de um caso isolado e que a operação vem para dar segurança a um local que saiu dos padrões no município.
"Essa operação é vista com bons olhos pela Polícia Militar. Traz a sensação de segurança para a sociedade de vários bairros que estavam com alguns problemas em relação ao tráfico de drogas. O objetivo é coibir as infrações penais que as pessoas têm praticado. O fato do bairro União foi isolado. Os homicídios estão em queda em relação ao ano passado, que já foi menor que em 2019. Essa operação vem para colocar segurança em um bairro que saiu dos padrões de Cachoeiro", explicou.
Martins evidenciou ainda que os homicídios em Cachoeiro estão em queda em relação a 2020, que teve índice menor que 2019. 

TIROTEIOS

Questionado sobre os tiroteios registrados no município, o coronel Alexandre Ramalho ressaltou que durante a operação não houve nenhuma ofensiva contra as forças de segurança e que as trocas de tiros têm ligação direta com o tráfico de entorpecentes.
"Essas trocas de tiros que podem ter ocorrido no passado próximo têm ligação direta com o tráfico de entorpecentes. Ocorrem entre organizações criminosas que disputam pontos de venda de entorpecentes, mas a nossa entrada é justamente para coibir isso, tentar identificar esse indivíduos, prender e apreender mas hoje (quinta-feira) foi mais uma ostensividade", explicou.
A operação contou com mais de 50 agentes de segurança da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e da Guarda Municipal. 

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