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Samarco avança em reparação e consolida retomada sustentável

Empresa investe em soluções seguras para disposição de rejeitos e destinou R$ 30,4 bilhões à reparação no primeiro ano do Novo Acordo do Rio Doce

Publicado em 02 de Dezembro de 2025 às 17:30

Estúdio Gazeta

Publicado em 

02 dez 2025 às 17:30
Mariana_MG,04 de agosto de 2025SAMARCO - Banco de ImagensUnidade Germano.Na imagem, o mirante do Eixo 1Imagem: NITRO Historias Visuais
Mineradora retomou suas atividades sem uso de barragens de rejeito Crédito: Divulgação/Samarco
O ano de 2025 marca na história da Samarco os cinco anos de retomada operacional e um ano do Novo Acordo do Rio Doce. Homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o Acordo redefine as ações de reparação pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), em novembro de 2015.
Neste primeiro ano do Acordo, R$ 30,4 bilhões foram destinados pela empresa à reparação. Desse total, R$ 19,5 bilhões foram utilizados em ações realizadas diretamente pela Samarco, enquanto os recursos encaminhados ao poder público totalizaram uma quantia de R$ 10,9 bilhões.
Consolidando o valor desse primeiro ano com o que já foi executado pela extinta Fundação Renova até setembro de 2024, são R$ 68,4 bilhões destinados para indenizações, reassentamentos e recuperação socioambiental e econômica da bacia do Rio Doce, o que demonstra o compromisso da empresa com a reparação definitiva.
Para isso, desde o início da retomada, a Samarco tem duas destinações para o rejeito gerado após o beneficiamento do minério de ferro: a primeira é o empilhamento a seco, usado para os compostos arenosos que compõem 80% do material.Os 20% restantes do rejeito, chamados de ultrafinos, são dispostos na cava Alegria Sul, uma estrutura rochosa, segura e confinada.
O rompimento também tem impactos na operação da Samarco, que iniciou uma retomada gradual em 2020 sem barragens de rejeito. Hoje, são duas destinações para o rejeito gerado após o beneficiamento do minério de ferro: a primeira é o empilhamento a seco, usado para os compostos arenosos que compõem 80% do material. Os 20% restantes do rejeito, chamados de ultrafinos, são dispostos na cava Alegria Sul, uma estrutura rochosa, segura e confinada.
Outra premissa da empresa para a retomada operacional foi a descaracterização das suas estruturas geotécnicas alteadas à montante. A descaracterização da cava do Germano foi concluída em 2023 e a da barragem do Germano está avançada, com previsão de conclusão em 2026, antes do prazo de 2029.
“Somos uma empresa que aprendeu com o passado e assumiu suas responsabilidades. Em 2024, consolidamos iniciativas voltadas à redução de emissões de gases de efeito estufa, mapeamento e mitigação de riscos climáticos, eficiência energética, controle de resíduos, reaproveitamento de recursos hídricos e uso do coproduto da indústria do mármore na pelotização”, sintetiza Sérgio Mileipe, diretor de Operações na Samarco.

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