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Investigação

DNA confirma ser de Dante Michelini a cabeça encontrada em canal de Guarapari

O corpo decapitado da vítima estava em um sítio na região de Meaípe; a cabeça só foi localizada após a prisão do acusado pelo crime

Publicado em 20 de Março de 2026 às 03:30

Públicado em 

20 mar 2026 às 03:30
Vilmara Fernandes

Colunista

Vilmara Fernandes

Cenário de crime: conheça o sítio onde Dante Michelini foi morto no ES
Crédito: Arte - Camilly Napoleão com Adobe Firefly
Exame de DNA realizado pela Polícia Científica do Espírito Santo (PCES) confirmou ser de Dante Brito Michelini, de 76 anos, a cabeça encontrada no Canal de Guarapari, no dia 11 de fevereiro.
O corpo decapitado da vítima havia sido localizado no sítio Sítio Pequeira,  na região de Meaípe, oito dias antes.  O local foi destruído por um incêndio provocado por William Santos Monzoli, acusado de matar a vítima. (veja vídeo abaixo)
Como as partes do corpo foram separadas, era necessário a realização do exame, O documento foi anexado ao inquérito policial sobre o crime. Agora está sendo aguardado o laudo cadavérico que dependia do DNA para ser concluído.
A expectativa, segundo o delegado Franco Malini, chefe da Divisão Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DEHPP) de Guarapari, é de que a investigação seja finalizada até abril.
Em paralelo foi prorrogada a prisão provisória de William Santos Monzoli. Ele segue detido em unidade prisional localizada em São Mateus, Região Norte do Estado, também por outros crimes cometidos em Guarapari.

O crime

A polícia estima que Dante tenha sido morto entre os dias 19 e 20 de janeiro. Mas seu corpo só foi localizado em 3 de fevereiro, por caseiros. 
Informou que as armas que usou no crime estavam na propriedade, assim como o isqueiro que lançou mão para incendiar a casa. 
A defesa de Monzoli é realizada pelos advogados Ricardo Gilbert Côco e Yara Karlla Rodrigues Januth. A eles o acusado pelo crime afirmou que o ato foi motivado por sua indignação com os detalhes do crime de Araceli e com as informações de que os acusados não foram condenados. Sua revolta foi por ter um filho.

Vilmara Fernandes

É jornalista de A Gazeta desde 1996. Antes atuou em A Tribuna. Foi repórter nas editorias de Política, Cidades e Pauta. Foi Editora de Pauta e Chefe de Reportagem. Desde 2007, atua como repórter especial com foco em matérias investigativas em diversas áreas.

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