Paulo Bonates Velhos amigos, novos encontros e vivas memórias Queríamos salvar o mundo da indiferença entre as pessoas. Acho que conseguimos pelo menos dentro de nós, tomara
Ana Laura Nahas Casa e estrada se equilibram uma no equilíbrio da outra Difícil mesmo é escapar da mania demasiada humana de admirar a grama ao lado mais do que as próprias conquistas
Sextas Crônicas O jogo é jogado e o lambari é pescado Precisávamos só de um empate para continuar na Copa, mas Paolo Rossi estava com sangue nos olhos
Bernadette Lyra A palavra "dom" e a literatura de ficção O dom é uma inclinação tão incoercível quanto o uso da mão esquerda nos canhotos
Sextas Crônicas Como anda a sua libido? Tive um encontro memorável com o filme sueco “Meu nome é Agneta”. Foi um abraço bom de permanecer
Paulo Bonates O presente não existe: reflexões de um médico e professor Tenho um carinho especial pela obra do psicanalista inglês Donald Winnicott, apresentada a mim pelo psicanalista, professor e amigo Julio de Mello Filho
Bernadette Lyra Para lembrar um poeta esquecido Havia aquele brilho desalentado de sonhos irremediavelmente perdidos em seu rosto enquanto falava disso. Talvez seja por meus próprios sonhos perdidos que, hoje, penso em Olival
Ana Laura Nahas Enquanto escrevo, sou amiga ou faço pilates com Joan Didion Sonho acordada: talvez falássemos da mania dela de guardar manuscritos no congelador, do seu amor pelo caubói John Wayne, do quanto a vida muda num instante, de repente, do nada
Alvaro Abreu Um livro, um filme e um presente inesperado Em situações como essa, o “salve-se que puder” é prática usual para quem estava fazendo planos otimistas, fundamentados em conchavos potenciais animadores
Alvaro Abreu Como selecionar minhas crônicas para um livro? Aqui começa a primeira dificuldade: como selecionar aquelas que poderiam merecer interesse dos leitores, por lhes trazer boas lembranças ou tratarem de questões ainda atuais