Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Suzano planeja investir em fábrica de bio-óleo no ES
Combustível renovável

Suzano planeja investir em fábrica de bio-óleo no ES

Planos para o investimento neste projeto foram confirmados pelo presidente da Suzano, Walter Schalka

Publicado em 31 de Dezembro de 2019 às 04:00

Públicado em 

31 dez 2019 às 04:00
Beatriz Seixas

Colunista

Beatriz Seixas

Floresta de eucalipto da Suzano Crédito: Chico Guedes/Arquivo
Suzano anunciou quase R$ 1 bilhão em investimentos para o Espírito Santo, no último dia 19, mas além dos projetos divulgados - a construção de uma fábrica de papel em Cachoeiro de Itapemirim, a modernização da planta de Aracruz e a expansão da base florestal -, a companhia tem interesse de investir em uma unidade de bio-óleo.
Os planos da empresa para esse negócio foram reforçados pelo presidente Walter Schalka, ao ser questionado pela coluna se a fábrica permanece no radar da Suzano, após a fusão com a Fibria.
De acordo com ele, mais investimentos, entre eles a indústria de bio-óleo, são prospectados. Para serem efetivados, entretanto, o executivo da gigante de papel e celulose pondera que é preciso ampliar a base florestal.
"Não tem condição de fazer a unidade de bio-óleo sem ter a madeira adequada para fazer o bio-óleo. Precisamos aumentar a base florestal como condição precedente para, no futuro, fazermos novos investimentos na unidade de Aracruz"
Walter Schalka - Presidente da Suzano
Indagado se isso deverá acontecer no médio ou no longo prazo, Schalka não precisou uma data, mas voltou a dizer que a decisão de quando implantar a unidade vai depender da velocidade da recomposição florestal no Estado. A partir de 2020, a Suzano quer aumentar em cerca de 16 mil hectares a sua área florestal, número que deverá ser ampliado em 2021. O tempo médio para a colheita do eucalipto que é usado na indústria de celulose é de seis anos.
Perspectiva da fábrica de bio-óleo, em Aracruz Crédito: Suzano/Divulgação

O PROJETO

Em outras ocasiões, a empresa - enquanto Fibria - chegou a divulgar que o investimento na fábrica de bio-óleo é da ordem de R$ 500 milhões. A ideia é que a planta de combustível renovável utilize cascas e resíduos da madeira de celulose, produzidos na própria unidade de Aracruz, para gerar energia.
A previsão é que a planta produza 110 mil toneladas do biopetróleo, quantia que representa 1.300 barris de óleo equivalente por dia. O produto pode ser utilizado para aquecimento doméstico, fertilizante orgânico, aditivos e como combustível.

Beatriz Seixas

Jornalista de A Gazeta, há mais de 10 anos acompanha a cobertura de Economia. É colunista desde 2018 e traz neste espaço informações e análises sobre a cena econômica

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Rua Graciano Neves, no Centro de Vitória
Dois homens são baleados após jogo do Brasil no Centro de Vitória
Neuer se aposenta de novo da seleção alemã após queda na Copa do Mundo
Neuer se aposenta de novo da seleção alemã após queda na Copa do Mundo
Imagem de destaque
Entenda por que tantas mulheres deixam de atualizar vacinas importantes

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados