Sair
Assine
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Se Cuida
  • 5 dicas para reduzir o estresse e proteger a saúde mental e cardiovascular
Se cuida

5 dicas para reduzir o estresse e proteger a saúde mental e cardiovascular

Veja como pequenas mudanças no dia a dia podem ajudar a diminuir os impactos da sobrecarga no organismo

Publicado em 22 de Abril de 2026 às 19:14

Portal Edicase

Publicado em 

22 abr 2026 às 19:14
O estresse constante pode afetar a saúde do coração (Imagem: maybealice | Shutterstock)
O estresse constante pode afetar a saúde do coração Crédito: Imagem: maybealice | Shutterstock
O mês de abril marca a conscientização mundial sobre o estresse, um tema que ganha urgência em 2026. Para muitos brasileiros, o período entre março e abril traz a sensação de que o “ano começou”, acumulando demandas profissionais e familiares postergadas que acabam gerando uma sobrecarga física e mental.
Segundo Daniel Luccas Arenas, psiquiatra e professor de pós-graduação da Afya Educação Médica de Porto Alegre, esse ritmo acelerado pode cobrar um preço alto do cérebro e do corpo, transformando um estresse esperado em quadros de adoecimento crônico.
Essa pressão não atinge apenas a mente. O cardiologista Marcos Capitanio Michelin, também professor da Afya Educação Médica, alerta para a relação bidirecional entre os transtornos psíquicos e o coração. Segundo o médico, o sofrimento emocional pode ser a causa de eventos graves, enquanto doenças cardíacas podem agravar quadros de ansiedade e depressão. Dados da Sociedade Europeia de Cardiologia indicam que um em cada três pacientes com doenças do coração apresenta sintomas de depressão ou ansiedade.
Diante desse cenário, confira 5 estratégias fundamentais para lidar com o ritmo acelerado e cuidar da saúde do corpo e da mente!

1. Monitore o uso de telas e a higiene do sono

O uso excessivo de smartphones pode contribuir para dependências comportamentais, como uso problemático de tecnologia. A luminosidade constante dos aparelhos mantém o cérebro em estado de alerta, impedindo o relaxamento necessário para o sono reparador. Além disso, fenômenos como o FOMO ( fear of missing out ou medo de estar por fora) alimentam a ansiedade e a necessidade de estímulo constante.

2. Diferencie o estresse comum do burnout

É essencial saber que o estresse normal é temporário e cede quando o problema é resolvido. O burnout , por outro lado, é um quadro de esgotamento ligado especificamente ao trabalho, em que a sensação de cansaço não passa mesmo após o descanso. Ela se manifesta pelo esgotamento, queda na produtividade e satisfação com o trabalho.

3. Atenção aos sinais físicos de alerta

O corpo envia sinais claros quando a aceleração é excessiva. Sintomas como tensão muscular, dores de cabeça persistentes, irritabilidade , fadiga crônica e até o aumento da pressão arterial são indicadores de que o estresse está saindo do controle. Ignorar esses sinais pode levar a eventos agudos, como a Síndrome de Takotsubo (conhecida como síndrome do coração partido), em que um estressor emocional intenso precipita um problema cardíaco agudo.
O uso de substâncias ou comportamentos para “desligar” da rotina pode indicar perda de equilíbrio e necessidade de apoio profissional (Imagem: G-Stock Studio| Shutterstock)
O uso de substâncias ou comportamentos para “desligar” da rotina pode indicar perda de equilíbrio e necessidade de apoio profissional Crédito: Imagem: G-Stock Studio| Shutterstock

4. Cuidado com a “automedicação” e escapes perigosos

Uma “bandeira vermelha” importante é quando o indivíduo passa a utilizar substâncias para tentar relaxar ou dar conta da rotina. O aumento do consumo de álcool, o uso indiscriminado de medicações ou o refúgio nas telas para “desligar” são sinais de que o equilíbrio foi perdido e é hora de buscar ajuda profissional, como terapia ou atendimento psiquiátrico.

5. Cultive momentos de prazer real

Ter um hobby e tempos de descanso efetivos, longe de obrigações e dispositivos digitais, é uma necessidade fisiológica. Regular o ritmo de vida e permitir momentos de lazer ajuda o cérebro a processar a sobrecarga e reduz o risco de que o estresse evolua para quadros depressivos graves, que dificultam ainda mais a recuperação cardiovascular.
Por Grazieli Binkowski

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

As eleições presidenciais continuam em aberto: cadê a terceira via?
Aniversário de 80 anos de Nelson Ferlin
Nelson Ferlin celebra 80 anos com festa em família em Vila Velha
Unidade da Audionova inaugurada em 2024 em São Paulo
Multinacional suíça anuncia compra de empresa capixaba

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados