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Prefeitura de Vitória

Luciano Rezende troca um terço do secretariado

"Supersecretaria" de Gestão, Planejamento e Comunicação ficará com nome do PPS

Publicado em 23 de Janeiro de 2019 às 00:01

Letícia Gonçalves

Publicado em 

23 jan 2019 às 00:01
Após "baixas" na equipe, com secretários que saíram para compor o secretariado do governador Renato Casagrande (PSB), o prefeito de Vitória, Luciano Rezende (PPS), vai mexer no comando de sete das 18 cadeiras do primeiro escalão municipal. Mas não somente devido ao "fator Casagrande', do qual é aliado de primeira hora. Luciano diz que quer "garantir entregas" para este e o próximo ano, quando encerra a gestão, já reeleito, e pode fazer o sucessor. "Queremos cumprir de 80% a 90% do planejado", afirma.
O novo nome a comandar a "supersecretaria" de Gestão, Planejamento e Comunicação – antes sob a batuta do vereador e deputado estadual eleito Fabrício Gandini – será outro filiado ao PPS, o atual subsecretário de Comunicação, Mateus Mussa. Hoje a pasta está com Vandinho Borges (PPS).
Henrique Valentim, também do PPS, será efetivado à frente da Secretaria da Fazenda, pela qual responde desde a ida de Davi Diniz (PPS) para a Casa Civil de Casagrande. A manutenção de Valentim foi antecipada pela coluna Vitor Vogas, assim como outros nomes confirmados por Luciano Rezende à reportagem ontem. Ricardo Perini já chefia a controladoria-geral, em substituição a Raquel de Aguiar. E o advogado Bruno Toledo vai para Direitos Humanos.
Dois vereadores foram convidados para a equipe do prefeito. Vinícius Simões (PPS) para a Secretaria de Desenvolvimento (Sedec) e Nathan Medeiros (PSB) para a Central de Serviços, que equivale a uma pasta. Luciano ressaltou que Simões "é apenas uma possibilidade". Já Nathan é uma opção mais concreta.
TRÂNSITO
Leonardo Amorim Gonçalves, o Leonardo Formigão, que hoje está à frente da Central e da Secretaria de Trânsito e da Central, chefiará apenas a pasta, pela qual respondia interinamente.
Luciano também pretende viabilizar que servidores de algumas secretarias trabalhem de casa, o chamado home office, o que já foi aprovado por lei e decreto. Falta apenas a regulamentação. "Alguns setores podem trabalhar em casa mais tempo, outros menos, outros não têm condição, como educação, saúde, que são áreas fins. Estamos falando de áreas-meio, como Comunicação. Com a tecnologia, não tem necessidade de um servidor botar mais um carro no trânsito para ir e voltar", pontua Luciano.
Quanto à sucessão em 2020, ele é econômico nas palavras e prefere não comentar "casos específicos", como o do presidente da Câmara, Cleber Felix (PP), que já sinalizou interesse em disputar. "Respeito todos os nomes, mas isso vamos discutir só ano que vem", diz Luciano. O PSL, de Carlos Manato, que não faz parte da base aliada, também se movimenta. E o PPS já lançou Fabrício Gandini.

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