Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Eleições 2022

“Eu tenho que agradecer”, diz presidente do TRE após segundo turno

Desembargador José Paulo Calmon Nogueira da Gama ressaltou a tranquilidade no dia do pleito: ao todo, foram 12 ocorrências e 27 detidos. Além disso, houve redução nos problemas relacionados às urnas em comparação com o primeiro turno

Publicado em 30 de Outubro de 2022 às 21:42

Reinaldo Fonseca

Publicado em 

30 out 2022 às 21:42
TRE-ES: desembargadores, juízes e servidores comemoram fim do segundo turno
TRE-ES: desembargadores, juízes e servidores comemoram fim do segundo turno Crédito: Gustavo Tenório
“Eu tenho que agradecer”, diz presidente do TRE após segundo turno
Após o fim da totalização das urnas, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo (TRE-ES), o desembargador José Paulo Calmon Nogueira da Gama, deu sua opinião em relação ao segundo turno das Eleições 2022, ocorrido neste domingo (30). Para o desembargador, o saldo é positivo e motivo de festa: foram 12 ocorrências pelas entidades de segurança, 27 detidos e apenas 155 urnas que apresentaram algum problema. São 74 aparelhos a menos que tiveram falhas em relação ao primeiro turno.
Em coletiva realizada na noite deste domingo (30), o presidente também falou sobre o tempo da totalização das urnas no Espírito Santo. Segundo ele, o Estado deu exemplo para todo o cenário brasileiro e entregou 100% das urnas totalizadas em tempo “mais que satisfatório”, às 19h10. Nogueira da Gama atribui a rapidez a três fatores: a eficiência dos mesários, o empenho dos servidores e, principalmente, à qualidade do eleitorado capixaba.
No intervalo de 28 dias que separou os dois dias de votação, os mesários e servidores passaram por novos treinamentos para garantir mais eficiência dentro das seções. Um dos problemas que marcaram o primeiro turno foram as grandes filas e o tempo de espera prolongado para votar.
O desembargador pontuou que a maioria das seções do Estado já estavam livres durante a última hora para votação, entre às 16h e 17h. Fora isso, havia um número maior de urnas para o caso de falhas: foram cerca de 3 mil aparelhos prontos para substituição.
Em fala, Nogueira da Gama também comentou que o aumento na rapidez do acesso dos eleitores às zonas de votação se deve à diminuição do número de candidatos e do tamanho dos seus números de campanha, que contém apenas dois dígitos. Além de elogiar os eleitores, o desembargador elogiou também a postura de dois atores fundamentais para as eleições: os candidatos ao Governo do Estado Carlos Manato (PL) e o governador reeleito Renato Casagrande (PSB).
“Eu tenho que agradecer: o resultado realmente traduz a manifestação livre do eleitorado capixaba. Temos que parabenizar também a postura dos dois candidatos do nosso Estado (Manato e Casagrande) pela lisura no comportamento”, enalteceu o presidente do TRE.
Em entrevista à rádio CBN Vitória, ainda em relação ao andamento do segundo dia do pleito, Nogueira da Gama brincou ao comparar o saldo do fim das eleições ao do dia de votação do primeiro turno (02). “Se o primeiro foi dito como ‘seguro’ e ‘tranquilo’, o segundo pode ser dito como ‘seguríssimo’ e ‘tranquilíssimo’".
Com o fim da totalização das urnas, os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que, no Espírito Santo, 2.322.269 pessoas foram às urnas, e 599.995 eleitores não votaram, o equivalente  a 20,53% de abstenção, 0,24% a menos que o primeiro turno. Renato Casagrande, com 53,8% dos votos, foi reeleito governador em disputa com Carlos Manato (PL), que obteve 46,2% dos votos válidos. Na disputa presidencial, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com aproximadamente 51% dos votos, foi eleito Presidente da República. No Espírito Santo, porém, o presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, teve ampla vantagem em relação ao presidente eleito, com 58,04% dos votos válidos que colaboraram com a marca de 49,1% atingida por ele nacionalmente.

Tranquilidade e segurança durante o pleito

Para o desembargador presidente do TRE, também merece destaque a participação das forças de segurança para garantir a tranquilidade da população e dos nossos eleitores do Espírito Santo. Dados da Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp) mostram que, das doze ocorrências registradas, duas foram em cidades da Grande Vitória — Guarapari e Serra — e outras dez no interior do Estado.
Em fala, o subsecretário da Sesp, Antônio Marcos de Souza Reis, explicou que “o maior volume de delitos, como esperado, foi o de boca de urna e a propaganda irregular. Nenhuma ocorrência registrada foi capaz de alterar a ordem pública e a paz social em qualquer aspecto do pleito eleitoral”.
Já o superintendente da Polícia Federal Eugênio Ricas garantiu que a instituição registrou apenas duas ocorrências ligadas a boca de urna, em Cariacica e Vitória. Em ambas as ocasiões, fiscais estavam distribuindo adesivos de candidatos aos eleitores. Ambos foram levados pelas Guardas Municipais.
Desde julho deste ano, as polícias Federal, Civil, Rodoviária Federal, o Corpo de Bombeiros e as Guardas Municipais do Espírito Santo operaram juntos através do Comitê Integrado de Segurança das Eleições para garantir o bom andamento do pleito. Ao todo, foram 7236 agentes de segurança pública e 1180 viaturas de todas as agências de segurança dos três níveis do governo.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Viaturas da Polícia Civil, PC
Ex que não aceitava separação mantém mulher presa em hotel na Serra
Armazém do Porto
Pazolini dá primeiro sinal de que deve concorrer ao governo do ES
Imagem de destaque
Fã de Ivete Sangalo, Rogério Ceni e 'noveleiro': quem é o goleiro de Cabo Verde que parou a Espanha e virou 'herói' dos brasileiros nas redes sociais

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados