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Caso Colati

Suspeito de envolvimento na morte de sargento do ES é morto na Bahia

Edson Lucas Collaça de Souza, 26 anos, estava na lista de suspeitos divulgada pela Polícia Militar do Espírito Santo e morreu em confronto com a PM baiana na quarta (16)

Publicado em 17 de Outubro de 2024 às 11:12

Felipe Sena

Publicado em 

17 out 2024 às 11:12
Edson Lucas Collaça de Souza
Edson Lucas Collaça de Souza Crédito: Divulgação | Polícia Militar
Edson Lucas Collaça de Souza, 26 anos, um dos suspeitos de envolvimento no assassinato do sargento Magno Colatti Silva, no dia 4 de julho, em Mucuri, Cariacica, foi morto após confronto com a Polícia Militar da Bahia, na quarta-feira (16), no município de Teixeira de Freitas. A informação foi confirmada pela Polícia Civil do Estado da Bahia. 
Por nota, a 1ª Delegacia Territorial de Teixeira de Freitas informou que registrou a morte por intervenção de agente de segurança pública de Edson Lucas Collaça de Souza, 26 anos, no bairro da Liberdade, periferia do município.
"Segundo registrado pela Polícia Militar, após a denúncia de que um homem com mandado de prisão em aberto no estado do Espírito Santo estava na cidade, uma guarnição se deslocou até o local indicado, encontrando o suspeito na porta de casa. Houve reação e, na troca de tiros, ele foi baleado e socorrido ao Hospital Costa das Baleias, onde foi constatado o óbito. Na delegacia foram apresentados um revólver e porções de maconha", diz a nota enviada pela PC baiana. 
A Polícia Civil do Espírito Santo foi questionada sobre o andamento das investigações e se há informações sobre o paradeiro de Marcelo Wesley Alves da Silva, vulgo "Pitchula", principal suspeito de ter atirado no sargento, mas não houve resposta. 
Sargento Magno Colati Silva, da Polícia Militar, morto a tiros em Cariacica
Sargento Magno Colati Silva, da Polícia Militar, morto a tiros em Cariacica Crédito: Redes Sociais

Relembre

Um dia após o assassinato do sargento Magno Colati Silva, em 5 de julho deste ano, o então secretário de Segurança do Espírito Santo, Eugênio Ricas, disse, em entrevista à TV Gazeta, que a polícia trabalhava com duas linhas de investigação sobre as possíveis causas
A primeira versão é que o sargento teria sido reconhecido como policial militar e por isso foi assassinado. Já na segunda versão, a história é que o sargento e um primo teriam ido até um posto comprar combustível para um equipamento. Esse parente teria sido repreendido por traficantes por passar com o carro em alta velocidade. O sargento, então, teria discutido com um dos traficantes. Esse traficante sai do local, fala com Pitchula, um dos suspeitos, que volta e já dá cinco tiros no sargento Colati. 
  • Marcelo Wesley Alves da Silva, vulgo "Pitchula"; 
  • Edson Lucas Collaça de Souza; 
  • Wendel Marques dos Santos; 
  • Guilherme Augusto Rodrigues Gomes.
Marcelo Wesley Alves da Silva, vulgo
Marcelo Wesley Alves da Silva, vulgo "Pitchula"; Edson Lucas Collaça de Souza; Wendel Marques dos Santos; Guilherme Augusto Rodrigues Gomes e Iranilto de Souza de Freitas Crédito: Divulgação | Polícia Militar

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