Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Capixaba
  • GV
  • Surto em creche: vírus também foi encontrado nas investigações
Praia da Costa

Surto em creche: vírus também foi encontrado nas investigações

Segundo a secretaria de Saúde de Vila Velha, além da bactéria E.Coli, divulgada anteriormente como causadora do surto, vítimas que tiveram diarreia estava com o chamado norovírus

Publicado em 07 de Maio de 2019 às 17:46

Caique Verli

Publicado em 

07 mai 2019 às 17:46
Técnicos do Ministério da Saúde e da Secretaria Municipal de Saúde de Vila Velha em vistoria na creche, em abril Crédito: Natalia Bourguignon | Arquivo | Gazeta Online
O surto na creche particular Praia Baby, na Praia da Costa, em Vila Velha, também foi provocado pela contaminação por um vírus que não é muito comum no Brasil, o norovírus. Anteriormente, a bactéria E.Coli, encontrada em torneiras e em amostras de água na unidade havia sido apontada como única causadora do surto.
Pelo menos 11 das 37 vítimas que apresentaram diarreia aguda foram contaminadas pelo vírus e nove pela bactéria E.coli, sendo que duas delas pelo tipo mais grave. Segundo o Laboratório Central de Saúde Pública do Espírito Santo (Lacen-ES), os 37 casos, 21 pessoas se tratam de crianças, e 16 de adultos. Ainda não se sabe se essas vítimas foram infectadas pelos dois agentes causadores ao mesmo tempo (vírus e bactéria). Até o momento há apenas a confirmação de que os exames do menino Theo, de 2 anos, que morreu, apresentaram o vírus e também a bactéria.
As informações foram apresentadas nesta terça-feira (7) por membros das secretarias estadual e municipal de Saúde em reunião na Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa. O grupo de trabalho ainda não conseguiu identificar, no entanto, a origem do surto, embora afirme categoricamente que ele ficou restrito à creche, o que afasta, por exemplo, a possibilidade de contaminação pela água distribuída pela Companhia Espírito-Santense de Saneamento (Cesan).
Crédito: Gazeta Online
Para o diretor geral do Laboratório Central de Saúde Pública do Espírito Santo, Rodrigo Rodrigues, a hipótese mais provável é de que a contaminação, tanto pelo vírus quanto pela bactéria, tenha entrado na creche com alguma pessoa contaminada, mas que não apresentava sintomas. Rodrigo afirma que o vírus pode ser transmitido pelo vômito, principal característica de uma pessoa infectada, ou por alimentos e água contaminados.
Nos primeiros dias após o surto foi divulgado o descobrimento da bactéria E.Coli em uma fábrica de cerveja artesanal, que funcionava nos fundos da creche. Depois foi revelado que os exames apontaram que a E. Coli também foi encontrada em amostras de água da torneira do refeitório e na água do reservatório do chafariz usado para recreação das crianças na creche.
No entanto, as investigações não conseguiram concluir se a bactéria encontrada na creche é a mesma que contaminou crianças, funcionários e parentes. Entre as dificuldades para se chegar a essa conclusão, estão os fatos da creche ter sido higienizada antes da coleta de material e da maioria das vítimas ter sido tratada com antibióticos antes da coleta de amostras.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

João Neves
Com CR7 apagado, Portugal empata com RD Congo na estreia na Copa do Mundo
Imagem de destaque
Todas Elas celebra 20 anos da Lei Maria da Penha com encontro na Rede Gazeta
Animais estavam em cativeiro e foram apreendidos no bairro Alvorada, em Vila Velha
20 animais exóticos são resgatados em imóvel de Vila Velha

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados