A Polícia Civil investiga o desaparecimento do empresário do ramo de investimentos Luiz Gustavo Gonçalves de Castro, de 51 anos, proprietário de uma empresa de educação financeira em Vila Velha.
Segundo familiares, o último contato com Luiz Gustavo ocorreu no dia 15 de julho. Na ocasião, ele informou à esposa que seguiria para uma reunião no Centro de Vitória, por volta das 14h. No entanto, o empresário não compareceu ao compromisso e, desde então, não deu mais notícias.
No dia seguinte, o carro dele foi localizado no estacionamento de um shopping no bairro Jockey de Itaparica, em Vila Velha. Imagens das câmeras de segurança mostraram Luiz Gustavo chegando ao local com o veículo por volta das 11h e entrando no estabelecimento. No interior do automóvel foi encontrado apenas o ticket do estacionamento.
Em conversa com a reportagem de A Gazeta, a advogada da família informou que os parentes não sabem o que pode ter acontecido e pedem que qualquer informação sobre o paradeiro do empresário seja comunicada às autoridades.
Em nota, a Polícia Civil disse que “as investigações e as diligências da Delegacia Especializada Antissequestro (DAS) estão em andamento. Porém, até o momento, ele não foi localizado. As apurações iniciais não indicam elementos que confirmem a hipótese de sequestro, embora todas as linhas investigativas permaneçam sendo analisadas”.
Informações que possam auxiliar nas investigações podem ser repassadas, de forma sigilosa, por meio do Disque-Denúncia 181 ou pelo disquedenuncia181.es.gov.br.
Família aguarda decisão judicial
Quem entra em contato com a Target 23, empresa de Luiz Gustavo, recebe uma mensagem automática informando que a situação relacionada ao desaparecimento está sendo conduzida pelos órgãos jurídicos e pelas autoridades competentes.
“No momento, estamos no aguardo da decisão sobre a liminar para sabermos mais sobre a situação da empresa, uma vez que o Luiz era quem conduzia as movimentações financeiras da empresa”, informa o comunicado.
Nas redes sociais, a empresa também publicou uma nota de esclarecimento afirmando que as atualizações sobre o caso serão divulgadas por meio de seus canais oficiais de comunicação (veja abaixo).
Atualização
Inicialmente, a Polícia Civil informou que o caso era investigado pela Delegacia Especializada de Pessoas Desaparecidas (DEPD). No entanto, após a publicação da reportagem, a corporação corrigiu a informação: quem está fazendo as diligências é a Delegacia Especializada Antissequestro (DAS). O texto foi atualizado.