Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Transmissão por carrapato

Estudante é primeiro caso de febre maculosa registrado em Aracruz

Adolescente de 16 anos, morador do município no Norte do Espírito Santo, apresentou febre e manchas na pele e está em recuperação domiciliar

Publicado em 14 de Outubro de 2022 às 12:55

Viviane Maciel

Publicado em 

14 out 2022 às 12:55
Carrapato
Febre maculosa é a doença causada por uma bactéria do gênero Rickettsia transmitida pelo carrapato-estrela Crédito: Pixabay
O município de Aracruz, no Norte do Espírito Santo, confirmou nesta quarta-feira (13) o primeiro caso de febre maculosa no município. Segundo a prefeitura, trata-se de um estudante de 16 anos que apresentou febre e manchas na pele e está em recuperação domiciliar.
Segundo o boletim da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) de quinta-feira (13), neste ano, até o momento, foram registrados dez casos e seis mortes por febre maculosa no Espírito Santo.
Em Aracruz, neste ano, outros cinco casos de febre maculosa já foram notificados, no entanto, este do adolescente é o primeiro confirmado. Os outros estão sendo monitorados em domicílio.
A suspeita é que o estudante tenha se infectado perto de onde mora, na zona rural do bairro Vila do Riacho.

FEBRE MACULOSA

A febre maculosa é a doença causada por uma bactéria do gênero Rickettsia transmitida pelo carrapato-estrela e que pode gerar uma série de sintomas como febre, manchas avermelhadas pelo corpo, dores de cabeça e pelo corpo. Os casos podem evoluir para morte.

ORIENTAÇÕES

A orientação é que as pessoas e animais domésticos evitem locais onde há ocorrência de carrapatos e circulação de capivaras. Caso não seja possível evitar áreas de risco, outra medida importante é utilizar roupas claras e longas, além de botas. A verificação do corpo a cada duas horas também é essencial para evitar o parasitismo pelos carrapatos.
Caso a pessoa seja picada mesmo tomando essas providências, ela deve realizar a retirada com auxílio de uma pinça, prendendo-o bem perto da pele e girando-o para que se desprenda do corpo.
Após a picada, em caso de ocorrência de algum sintoma em até 15 dias, como febre, náusea, dores musculares, vômito, dor de cabeça, o atendimento médico deve ser procurado imediatamente para o relato da ocorrência. Quanto mais dados fornecidos à equipe médica, mais rápido será o diagnóstico e tratamento.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

João Neves
Com CR7 apagado, Portugal empata com RD Congo na estreia na Copa do Mundo
Imagem de destaque
Todas Elas celebra 20 anos da Lei Maria da Penha com encontro na Rede Gazeta
Animais estavam em cativeiro e foram apreendidos no bairro Alvorada, em Vila Velha
20 animais exóticos são resgatados em imóvel de Vila Velha

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados