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Bairro Jardim América

Cariacica anuncia segunda escola cívico-militar para o ano que vem

De acordo com a prefeitura, o projeto da escola cívico-militar visa atender inicialmente entre 600 e 1.000 alunos da rede municipal, do 6° ao 9° ano do ensino fundamental

Publicado em 08 de Abril de 2021 às 16:55

Redação de A Gazeta

Publicado em 

08 abr 2021 às 16:55
Fotos de sala de aula vazia - banco de imagens
Unidade que seguirá o novo modelo a partir de janeiro do ano que vem é a EMEF Professor Cerqueira Lima, no bairro Jardim América Crédito: Pixabay
Cariacica anuncia segunda escola cívico-militar para o ano que vem
O município de Cariacica anunciou nesta semana que vai contar com mais uma escola cívico-militar a partir de 2022. O anúncio foi feito na última terça-feira (6), e a unidade que seguirá o novo modelo a partir de janeiro do ano que vem é a Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Professor Cerqueira Lima, no bairro Jardim América. Em fevereiro deste ano, o município confirmou a primeira escola cívico-militar, que vai atender 400 estudantes em período integral, no bairro Itanguá.
Prefeitura Municipal de Cariacica afirma que a aprovação aconteceu após uma votação feita pelos moradores, durante audiência de consulta no dia 31 de março deste ano. O órgão afirma ainda que o objetivo da escola cívico-militar é melhorar os processos educativos, reverter índices de evasão escolar e ter compromisso com valores éticos, morais e cívicos.
A prefeitura diz que o projeto da escola cívico-militar visa atender inicialmente entre 600 e 1.000 alunos da rede municipal do 6º ao 9º ano. A administração municipal reforçou que está previsto o apoio do governo federal, que vai disponibilizar profissionais das forças armadas com formação pedagógica para atuar com o corpo docente da unidade, ampliação dos espaços pedagógicos e "possíveis reformas necessárias" para adequação da unidade de ensino ao modelo proposto.
O órgão ainda detalhou que as aulas serão ministradas pelos profissionais que já atuam na escola com os militares das forças armadas que atuarão nas atividades complementares. O projeto teve 75% de aceitação e foi encaminhado para o Ministério da Educação (MEC). Serão mais de 1.000 alunos divididos em dois turnos. As obras de adaptação devem começar a partir do segundo semestre deste ano, e serão feitas com recurso federal.

"EXPERIÊNCIA POSITIVA"

Segundo o secretário municipal de Educação, José Roberto Martins Aguiar, a decisão foi tomada após muita pesquisa. "Antes de apresentar uma possibilidade de uma escola cívico- militar, foi feito uma série de pesquisas com experiências positivas em todo país. Observamos que o rendimento escolar desses alunos foi muito eficiente neste tipo de formato", afirmou.
O secretário diz que a pasta aproveitou a oportunidade no momento em que o governo federal abriu inscrições para o programa.
"A escola cívico-militar é em parceria com a Polícia Militar do Espírito Santo (PMES). Essas unidades compartilham experiências cívico e militar. São professores da própria rede que se aliam para realizar um ensino em conjunto com os militares promovendo um envolvimento com disciplinas como ética, cidadania, direitos humanos e outros", argumentou José Roberto.

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