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Crise econômica

Diretora-gerente do FMI defende vacina como "política econômica número 1"

A diretora-geral do fundo monetário também destacou que uma adaptação melhor ao contexto da pandemia, permite um desempenho melhor das economias em 2021

Publicado em 13 de Abril de 2021 às 14:58

Agência Estado

Publicado em 

13 abr 2021 às 14:58
Diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva,
Diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, Crédito: Andrew Harrer/Bloomberg
A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, afirmou nesta terça-feira (13), que as vacinas contra a covid-19 continuam a ser "a política econômica número 1" para os países neste momento. Além disso, destacou o apoio das políticas fiscal e monetária e também uma adaptação melhor das pessoas ao contexto da pandemia, o que permite um desempenho melhor das economias em 2021.
"O melhor investimento público para todos os países é contribuir para acelerar a vacinação" contra o vírus, sustentou ela.
As declarações foram dadas durante evento virtual do Fundo, com a presença também de Paolo Gentiloni, comissário da União Europeia.
Para Georgieva, o bloco tem "algum espaço fiscal", mas é importante saber usá-lo com "qualidade". Por outro lado, ela comentou que o número de falências por causa da pandemia pode aumentar na Europa.
Gentiloni, por sua vez, demonstrou certo otimismo com o quadro econômico no bloco. Segundo ele, apesar de ainda haver restrições à mobilidade em vários países por causa da pandemia, "a recuperação está em andamento".
Ele defendeu a necessidade de manutenção e reforço do apoio à economia dentro do bloco, em nível nacional, nesse contexto.
De qualquer modo, Gentiloni enfatizou que é preciso primeiro implementar o pacote de ajuda já aprovado na UE, de 750 bilhões de euros.

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