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Disputa

Eleição acirrada: setor produtivo do ES prega normalidade para 'day after'

Lideranças empresariais aproveitaram as quatro semanas entre a primeira e a segunda rodada de votação para aprofundar o debate e estabelecer mais pontes

Publicado em 30 de Outubro de 2022 às 03:59

Públicado em 

30 out 2022 às 03:59
Abdo Filho

Colunista

Abdo Filho

Renato Casagrande e Carlos Manato disputam o segundo turno das eleições pelo governo do Espírito Santo
Renato Casagrande e Carlos Manato disputam o segundo turno das eleições Crédito: Reprodução
Pego de surpresa com o primeiro segundo turno em eleições para governador do Espírito Santo desde 1994, o setor produtivo capixaba aproveitou as quatro semanas entre a primeira e a segunda rodada de votação para aprofundar o debate e estabelecer mais pontes, principalmente com o candidato Carlos Manato, o primeiro a ameaçar o revezamento Paulo Hartung/Renato Casagrande desde 2002.
As sabatinas organizadas pelo Fórum de Entidades e Federações - que reúne ES em Ação, Findes, Fecomércio, Fetransportes e Federação da Agricultura - serviram para, além de conhecer um pouco mais as propostas dos candidatos para o Estado, estabelecer pontes. Já na segunda-feira (31), dia seguinte das eleições, o setor produtivo estará em contato com a equipe do vencedor de domingo (30).
"É claro que as conversas com Casagrande são mais naturais, afinal, está disputando uma reeleição e já foi governador anteriormente (2011 a 2016), mas já estabelecemos pontes com o time do Manato. Vamos trabalhar normalmente, conversando com quem quer que seja o vencedor. Nossa agenda segue a mesma: educação de qualidade, relações republicanas e solidez fiscal. São ativos inegociáveis do Espírito Santo, e todos já entenderam isso, não tenho dúvidas", explicou uma liderança do empresariado capixaba.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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