Sair
Assine
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Brasil
  • Vítima de Brumadinho morreu um dia após comemorar aniversário
Tragédia

Vítima de Brumadinho morreu um dia após comemorar aniversário

'Ela morreu feliz', diz a mãe de Marcelle Porto Cangussu, médica da Vale que estava em horário de trabalho durante o rompimento da barragem

Publicado em 26 de Janeiro de 2019 às 15:43

Publicado em 

26 jan 2019 às 15:43
Primeira vítima identificada no rompimento da barragem da mina Córrego do Feijão , em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte, Marcelle Porto Cangussu, de 35 anos, era médica com especialização em Medicina do Trabalho e trabalhava há cerca de cinco anos na Vale.
O corpo foi reconhecido através das impressões digitais — até agora, outras oito vítimas também foram identificadas. Única profissional da área no local, Marcelle estava em horário de almoço, no próprio lugar onde dava expediente, quando a tragédia aconteceu.
Mirelle Porto, mãe da vítima, relatou ao GLOBO que, na noite anterior ao rompimento da barragem, a família comemorou o aniversário de Marcelle, que completou 35 anos na última quinta-feira.
"No dia 24 de janeiro, ficamos com ela até meia-noite. No dia seguinte, às 7h30m, ela já estava no trabalho. A ideia era continuar as comemorações pelo aniversário com os amigos dela na noite de sexta-feira (25)", contou. "Minha filha era agraciada em todos os sentidos. Orgulhava-se demais do trabalho, desdobrava-se em horários e plantões longos. Às vezes, entrava às 7h e saía às 20h. Era uma pessoa brilhante. Passou em terceiro lugar no vestibular da UFMG, onde cursou a faculdade. Morreu feliz, com certeza, trabalhando no que sempre desejou".
Larissa Porto, irmã de Marcelle, ressaltou que a maior preocupação da família se relacionava com o fato de ela dirigir diariamente cerca de 25 quilômetros para ir ao local de trabalho, já que morava em Belo Horizonte.
"Até onde sei, ela nunca demonstrou se preocupar com insegurança no trabalho. Nossa família se preocupava, sim, com o fato de ela pegar a estrada para ir para lá, mas nunca sobre estar trabalhando no local com medo de rompimento", ressaltou. "Ela era muito linda e cheia de vida, além de apaixonada por medicina e por seu trabalho".

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Ronaldo e Pelé
Mbappé e Messi estão entre os maiores artilheiros da história da Copa; Confira lista
Imagem de destaque
Comprada pela Águia Branca, empresa do Sul mira expansão
Parte dos itens roubados em Iconha foi recuperada dentro de uma mochila em Itapemirim, no Sul do ES
Mulher e filhas de 3 e 6 anos são feitas reféns durante roubo em Iconha

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados